30 de mar. de 2011
8 de mar. de 2011
30 de jan. de 2011
Saudades
26 de jan. de 2011
Pare com o “estrupo corretivo” - Vamos dar um fim a esta crueldade
| Boa Noite amigos e amigas. Ultimamente, em função de minhas atividades no serviço público terem aumentado em quantidade e responsabilidade, tenho estado um tanto afastado das postagens no blogue, mas não poderia deixar de postar esta matéria revoltante que trata de: Discriminação Racismo Intolerância Leiam e assinem a petição, se cada um fizer sua parte poderemos alcançar o objetivo coletivo, obrigado.
Millicent Gaika foi atada, estrangulada, torturada e estuprada durante 5 horas por um homem que dizia estar “curando-a” do lesbianismo. Por pouco não sobrevive Infelizmente Millicent não é a única, este crime horrendo é recorrente na África do Sul, onde lésbicas vivem aterrorizadas com ameaças de ataques. O mais triste é que jamais alguém foi condenado por “estupro corretivo”. De forma surpreendente, desde um abrigo secreto na Cidade do Cabo, algumas ativistas corajosas estão arriscando as suas vidas para garantir que o caso da Millicent sirva para suscitar mudanças. O apelo lançado ao Ministério da Justiça teve forte repercussão, ultrapassando 140.000 assinaturas e forçando-o a responder ao caso em televisão nacional. Porém, o Ministro ainda não respondeu às demandas por ações concretas. Vamos expor este horror em todos os cantos do mundo -- se um grande número de pessoas aderirem, conseguiremos amplificar e escalar esta campanha, levando-a diretamente ao Presidente Zuma, autoridade máxima na garantia dos direitos constitucionais. Vamos exigir de Zuma e do Ministro da Justiça que condenem publicamente o “estupro corretivo”, criminalizando crimes de homofobia e garantindo a implementação imediata de educação pública e proteção para os sobreviventes. Assine a petição agora e compartilhe -- nós a entregaremos ao governo da África do Sul com os nossos parceiros na Cidade do Cabo: https://secure.avaaz.org/po/stop_corrective_rape/?vl A África do Sul, chamada de Nação Arco-Íris, é reverenciada globalmente pelos seus esforços pós-apartheid contra a discriminação. Ela foi o primeiro país a proteger constitucionalmente cidadãos da discriminação baseada na sexualidade. Porém, a Cidade do Cabo não é a única, a ONG local Luleki Sizwe registrou mais de um “estupro corretivo” por dia e o predomínio da impunidade. O “estupro corretivo” é baseado na noção absurda e falsa de que lésbicas podem ser estupradas para “se tornarem heterossexuais”, mas este ato horrendo não é classificado como crime de discriminação na África do Sul. As vítimas geralmente são mulheres homossexuais, negras, pobres e profundamente marginalizadas. Até mesmo o estupro grupal e o assassinato da Eudy Simelane, heroína nacional e estrela da seleção feminina de futebol da África do Sul em 2008, não mudou a situação. Na semana passada, o Ministro Radebe insistiu que o motivo de crime é irrelevante em casos de “estupro corretivo”. A África do Sul é a capital do estupro do mundo. Uma menina nascida na África do Sul tem mais chances de ser estuprada do que de aprender a ler. Surpreendentemente, um quarto das meninas sul-africanas são estupradas antes de completarem 16 anos. Este problema tem muitas raízes: machismo (62% dos meninos com mais de 11 anos acreditam que forçar alguém a fazer sexo não é um ato de violência), pobreza, ocupações massificadas, desemprego, homens marginalizados, indiferença da comunidade -- e mais do que tudo -- os poucos casos que são corajosamente denunciados às autoridades, acabam no descaso da polícia e a impunidade. Isto é uma catástrofe humana. Mas a Luleki Sizwe e parceiros do Change.org abriram uma fresta na janela da esperança para reagir. Se o mundo todo aderir agora, nós conseguiremos justiça para a Millicent e um compromisso nacional para combater o “estupro corretivo”: Está é uma batalha da pobreza, do machismo e da homofobia. Acabar com a cultura do estupro requere uma liderança ousada e ações direcionadas, para assim trazer mudanças para a África do Sul e todo o continente. O Presidente Zuma é um Zulu tradicional, ele mesmo foi ao tribunal acusado de estupro. Porém, ele também criticou a prisão de um casal gay no Malawi no ano passado, e após forte pressão nacional e internacional, a África do Sul finalmente aprovou uma resolução da ONU que se opõe a assassinatos extrajudiciais relacionados a orientação sexual. Se um grande número de nós participarmos neste chamado por justiça, nós poderemos convencer Zuma a se engajar, levando adiante ações governamentais cruciais e iniciando um debate nacional que poderá influenciar a atitude pública em relação ao estupro e homofobia na África do Sul. Assine agora e depois divulgue: |
30 de dez. de 2010
24 de dez. de 2010
6 de dez. de 2010
SIMP repudia ação da Brigada Militar na prisão de um servidor público
5 de dez. de 2010
Consciência
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| Foto de João Vianna concorre às melhores de 2010 pela National Geographic's |
Antes de se tornar o paraíso turístico e ecológico dos dias atuais, o arquipélago, distante 360 Km da costa brasileira, foi local de uma Colônia Prisional que funcionou de 1737 a 1942.
17 de nov. de 2010
Retornar
9 de nov. de 2010
26 de ago. de 2010
Rural
11 de ago. de 2010
29 de jul. de 2010
Insistência
enquanto o sol espreguiçava-se
com raios tão frívolos quanto minha inspiração.
Durante noite e meia costurei ideias,
remendei palavras, colei frases
e nada.
Perdi a rima.
Faltou-me a tinta ainda cedo,
enquanto as estrelas ainda tinham brilho.
Não desisto!
Insisto!
14 de jun. de 2010
Iluminada
Fiquei toda arrepiada
Vi claridade no breu
Minha alma iluminada
Senti uma febre danada
Perdi minha hora marcada
Abri minha porta fechada
E o meu corpo tremeu
Eu estava apaixonada, meu Deus
Quando você me entendeu
Eu não entendia nada
Minha vida renasceu
E amei estar sendo amada
Senti uma febre danada
Perdi minha hora marcada
Abri minha porta fechada
E o amor se rendeu
Quero ser sua namorada, meu Deus
Seja lá quem te mandou
Meu amor te recebeu
E hoje o céu de sua estrela
Menino, sou eu
Menino, sou eu
Seja lá quem te mandou
Meu amor te recebeu
E hoje o céu de sua estrela
menino, sou eu
Menino, sou eu
ILUMINADA- Maria Bethânia
composição - Roberto Mendes, Jorge Portugal








