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| Pôr do sol no Pontal da Barra - Laranjal - Pelotas |
Vai-se o sol, fica a luz da alma,
O brilho das estrelas,
O piscar dos vagalumes.
Enfraquece o vento e trás a calma.
Vai-se o sol e vem o sereno
Sublimando o perfume do jasmim!
Ou sobrou verdade demais?
Te escrevo no silêncio da pele,
Te grito no caos dos meus ais.
Você...
Minha revolução e refúgio,
Teu nome é verbo em mim.
Desejo que não se explica,
Mas que insiste em ter fim.
Se é loucura, que seja inteira.
Se é amor, que arda em paz.
Porque mesmo negado,
É você que me refaz.
E entre meus tropeços e passos as cegas,
Sigo arrastando minha alma,
Controlo meu pensamento para não ser grosseiro,
Ainda não perdi a gentileza!
E isso é um bom sinal!
Sou humano,
Não sou animal...
Controlo minha emoção.
Posso até gritar que te amo,
Quem ouviria? Você?
Duvido, estas entre outros braços,
Dentro de abraços,
Que culpa terias se nunca experimentasses,
O meu!
Era maravilhoso sentir aquelas misturas e observar as moças em pleno "footing" saindo da Casa Sloper com maquiagens personalizadas e penteados impecáveis.
Meu tio adorava entrar na Sloper para ver os cristais. Eu, para ver os brinquedos. Nilo, só para criticar os preços.
Cada um com sua mania.
Então sou!
Eu simplesmente eu.
Turva-me a visão!
Rogo a todos os ébrios uma posição.
Sou eu?
Se sim sou!
Quisera que não fosse...
Mas se a maioria vence.
Sou eu sim, apaixonado outra vez!
Que tristeza!
Com certeza!
Lamentarei em uma próxima edição!
Estariam entendendo tudo, não fosse a tremenda trave em seus olhos... E viva a Democracia!!!! Quer saber mais??? Contribua PIX 25926080010
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| Amigo da Onça |
Meu avô, viúvo, mecânico naval aposentado, trabalhou parte de sua vida embarcado. morava com Maria Antônia, prima da falecida vovó, hábil costureira que se acomodou na casa desde jovem quando veio pra cidade trabalhar na fábrica de Tecidos, e por ali ficou até seus 99 anos. Solteira convicta, Bibi como era chamada pelas crianças, dormia em um quarto contiguo ao de vovô unidos por uma porta que permanecia sempre aberta.
continua...
Tenho certeza que o tempo em 2023 passará tão depressa quanto tem passado nos últimos anos.
Tenho certeza que não notaremos sua passagem ao menos que um de nós a faça antes do tempo.
Tenho certeza que todo o tempo será pouco para o muito que temos ainda que nos dizer.
Não percamos tempo então, antes que o tempo passe e nos arrependamos de não ter dito algo que precisávamos dizer.
O tempo é nosso aliado e inimigo.
O tempo que teremos será o que necessitamos.